terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Castigo dos Deuses (Parte I)

Esperava-o em casa. Não tinha nada programado, mas queria um daqueles joguinhos de provocações. Vesti a lingerie preta que estava ainda por estrear. Olhei-me ao espelho: os meus seios estavam confortavelmente apertados dentro do soutien, estavam salientes e bonitos; As cuecas, que na verdade eram uns boxers curtinhos, mostravam boa parte das nádegas do meu rabo.
Estava com ótimo aspeto, mas seria irrefutável, demasiado fácil. Então vesti uma camisola comprida que deixava apenas uma nesga do meu traseiro à vista. Continuava descalça.
Ele não tardava a chegar. Liguei o rádio e comecei a dançar, enquanto arrumava roupas no nosso quarto. Quando chegou a casa, não chamou por mim como de costume. Limitou-se a seguir a melodia e encontrou-me no nosso quarto. Ficou, por um momento, à porta, a olhar para mim a mexer as ancas sensualmente e o cabelo que estava preso num rabo de cavalo feito à pressa. Dei por ele atrás de mim a tocar-me com as duas mãos pelo corpo todo. Fez questão de colar completamente o seu corpo ao meu e eu senti o seu calor no meu traseiro. Fiquei instantaneamente com um sorriso na cara. Virei-me para ele e coloquei os braços em redor do seu pescoço.
    - Boa noite para ti também. - disse-lhe.
Dei-lhe um beijo pequenino nos lábios e voltei-me para o roupeiro.
    - Boa noite, coisa boa.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Eu não queria, mas... (continuação)

(...)
Encontrei então o tal pénis grosso, novamente a latejar.
 
Comecei a chupá-lo, enchi-o de saliva. Soltou um gemido.
     Para quem não queria nada, agora até já o tens nessa boca! Adoro que me chupes.
     Eu adoro chupar-te.
Tirei as cuecas e virei-me de costas para ele. Estava deitado no banco, com os pés no chão, e eu sentei-me ao seu colo, virada para o tablier. Encaixei-me devagarinho naquele caralho. Cavalguei ao seu colo enquanto gemia de prazer. Ele não me estava sequer a tocar. As minha pernas estavam a ficar cansadas quando parei e me virei para trás. Encontrei o filho da mãe deitado, descontraidamente, com as duas mãos atrás da cabeça. Olhava-me sério.
     Continua!
Levantou bruscamente o rabo e deixou-o cair novamente no banco. Consequentemente, eu também saltei e quando o meu traseiro assentou novamente em cima dele, o seu pénis tocou no fundo do meu orifício molhado. O salto fez-me virar rapidamente para a frente. Apesar da ideia de ele preencher todo o meu comprimento ser boa, aquilo tinha doído. Não me mexi por uns segundos. Ele tirou uma mão de debaixo da cabeça e deu-me uma palmada com força.
     Disse-te para continuares, cabra!
Eu obedeci. Sentia a minha nádega quente por causa da palmada.
Ele subiu o tronco, agarrou-me as mamas com se fossem pegas e, voltou a descer obrigando-me a descer com ele.
Tinha as costas coladas ao seu peito. Desta vez era ele quem tinha o trabalho todo. Eu tinha os pés na ponta do banco e as pernas dobradas pelos joelhos. Estavam abertas, com aquele caralho a ser repetidamente comido, no meio delas. A mão dele estava sobre o clitóris. Massageava-o e eu gritava de prazer.
     Sim! Fode-me, cabrão!
Queria ter um espelho à nossa frente para poder apreciar o espetáculo.


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Eu não queria, mas...

Estávamos dentro do carro, num beco. Os bancos estavam deitados. Estava deitada de barriga para baixo, de olhos fechados, no banco do pendura e ele olhava-me, sentado, no lugar do condutor. Era de noite e eu já sabia o que ele queria: foder-me. Eu estava cansada e sem vontade. Começou a tocar-me.
    Hoje não. Não me apetece.
Aproximou-se e deitou-se por cima de mim. Conseguia sentir o seu pau no meu rabo, mas não era algo de que eu já não estivesse à espera. No entanto, é algo que me excita e ele sabia disso. Mas não o demonstrei e mantive-me firme, quase tão firme como o seu caralho. Acariciava-me o cabelo e dava-me beijos carinhosos na cara. Como eu não dei, sequer, sinal de vida, começou a tentar de outra forma. Ele tinha que me ter. Encostou os seus lábios à minha orelha, mordeu-a e sussurrou:
    Estás a só a fazer-te de difícil. Eu sei que queres levar com ele.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Beber café faz bem

Namorávamos há pouco tempo. Acho que ainda não tinha feito um mês desde o primeiro beijinho.
À noite fomos beber um cafezinho, conversar, rir. Sabem como é, no inicio da relação é sempre tudo maravilhoso.
Estávamos a voltar para casa a pé. No caminho passámos por um jardim que estava deserto, àquela hora, onde ficámos a conversar, a beijarmo-nos e a tocarmo-nos. No meio do jardim havia um café. Tinha uma pequena esplanada debaixo de um toldo que tinha apenas três laterais fechadas e nós entrámos pela quarta. Sentámo-nos no chão e continuámos aos beijos e amassos. Sem lhe largar a boca, sentei-me ao seu colo.