sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Eu não queria, mas... (continuação)

(...)
Encontrei então o tal pénis grosso, novamente a latejar.
 
Comecei a chupá-lo, enchi-o de saliva. Soltou um gemido.
     Para quem não queria nada, agora até já o tens nessa boca! Adoro que me chupes.
     Eu adoro chupar-te.
Tirei as cuecas e virei-me de costas para ele. Estava deitado no banco, com os pés no chão, e eu sentei-me ao seu colo, virada para o tablier. Encaixei-me devagarinho naquele caralho. Cavalguei ao seu colo enquanto gemia de prazer. Ele não me estava sequer a tocar. As minha pernas estavam a ficar cansadas quando parei e me virei para trás. Encontrei o filho da mãe deitado, descontraidamente, com as duas mãos atrás da cabeça. Olhava-me sério.
     Continua!
Levantou bruscamente o rabo e deixou-o cair novamente no banco. Consequentemente, eu também saltei e quando o meu traseiro assentou novamente em cima dele, o seu pénis tocou no fundo do meu orifício molhado. O salto fez-me virar rapidamente para a frente. Apesar da ideia de ele preencher todo o meu comprimento ser boa, aquilo tinha doído. Não me mexi por uns segundos. Ele tirou uma mão de debaixo da cabeça e deu-me uma palmada com força.
     Disse-te para continuares, cabra!
Eu obedeci. Sentia a minha nádega quente por causa da palmada.
Ele subiu o tronco, agarrou-me as mamas com se fossem pegas e, voltou a descer obrigando-me a descer com ele.
Tinha as costas coladas ao seu peito. Desta vez era ele quem tinha o trabalho todo. Eu tinha os pés na ponta do banco e as pernas dobradas pelos joelhos. Estavam abertas, com aquele caralho a ser repetidamente comido, no meio delas. A mão dele estava sobre o clitóris. Massageava-o e eu gritava de prazer.
     Sim! Fode-me, cabrão!
Queria ter um espelho à nossa frente para poder apreciar o espetáculo.