Estávamos dentro do carro, num beco. Os bancos estavam deitados. Estava deitada de barriga para baixo, de olhos fechados, no banco do pendura e ele olhava-me, sentado, no lugar do condutor. Era de noite e eu já sabia o que ele queria: foder-me. Eu estava cansada e sem vontade. Começou a tocar-me.
Hoje não. Não me apetece.
Aproximou-se e deitou-se por cima de mim. Conseguia sentir o seu pau no meu rabo, mas não era algo de que eu já não estivesse à espera. No entanto, é algo que me excita e ele sabia disso. Mas não o demonstrei e mantive-me firme, quase tão firme como o seu caralho. Acariciava-me o cabelo e dava-me beijos carinhosos na cara. Como eu não dei, sequer, sinal de vida, começou a tentar de outra forma. Ele tinha que me ter. Encostou os seus lábios à minha orelha, mordeu-a e sussurrou:

