Estávamos dentro do carro, num beco. Os bancos estavam deitados. Estava deitada de barriga para baixo, de olhos fechados, no banco do pendura e ele olhava-me, sentado, no lugar do condutor. Era de noite e eu já sabia o que ele queria: foder-me. Eu estava cansada e sem vontade. Começou a tocar-me.
Hoje não. Não me apetece.
Aproximou-se e deitou-se por cima de mim. Conseguia sentir o seu pau no meu rabo, mas não era algo de que eu já não estivesse à espera. No entanto, é algo que me excita e ele sabia disso. Mas não o demonstrei e mantive-me firme, quase tão firme como o seu caralho. Acariciava-me o cabelo e dava-me beijos carinhosos na cara. Como eu não dei, sequer, sinal de vida, começou a tentar de outra forma. Ele tinha que me ter. Encostou os seus lábios à minha orelha, mordeu-a e sussurrou:
Eu nem me mexi, mas não consegui conter um pequeno sorriso. Mantinha-me imóvel enquanto ele se roçava no meu traseiro. Como eu gosto de sentir aquele pau duro por trás!! É realmente das melhores coisas para abrir o apetite.
Aquele meu sorriso indicou-lhe que estava a conseguir o que queria e por isso continuou.
Dá-me essa conaça. Vira-te!
Ele nunca me tinha dito aquela palavra "conaça". Isto deixou-me ainda mais excitada. Escapou-me novamente um sorriso, desta vez mais aberto. Sentia os meus lábios a formigar. Os de baixo.
Filho da mãe!
Ele riu-se e eu comecei a virar-me sob os estofos cinzentos escuros. Deu-me um beijo longo e como não estava para perder tempo, tirou-me a blusa e ainda de lábios colados nos meus, desapertou a braguilha das minhas calças de ganga. Eu tirei-lhe o polo que trazia vestido.
As suas mãos apareceram repentinamente sobre o meu soutien e ao tentar baixá-lo para me ver as mamas, com a fúria, acabou por me arranhar o peito. Eu gemi, de dor ou de prazer. Ele passou a língua pela pele magoada e beijou-a. Mas sem dar muita importância, agarrou-se às minhas mamas com as mãos e com a boca.
Tirou-me as calças e trocámos de posições. Já por cima dele, tirei-lhe também as calças e os boxers. Encontrei então o tal pénis grosso, novamente a latejar.
CONTINUA...

hummmmm... ansioso pela continuação.
ResponderEliminarbj doce